Nos momentos mais tristes, nas noites mais sombrias, fechava os olhos e deixava as lágrimas rolarem. Quando nem o cobertor conseguia dissipar o frio, corria em busca de abrigo, mas não encontrava. Gritava alto e ninguém percebia, chorava baixinho e ninguém notava.
Os dias se passavam nessa agonia até que pequenas faíscas começaram a brilhar. Elas piscavam de forma intensa, mas sem frequência, nunca sabia quando elas apareceriam, mas quando as via, um sorriso tímido surgia.
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