Era uma noite de novembro como outra qualquer em manaus. nossa família estava reunida fazendo o que sabia fazer de melhor: uns assistindo televisão (se eu não me engano, era o programa da Hebe, na época que ela inda era do SBT), eu e minha irmã gêmea estávamos ansiosas, na expectativa de conhecê-lo.
Andando pela casa aos sussurros, mamãe já sabia que estávamos aprontando alguma coisa, mas nada podíamos dizer, senão ela vetaria a entrada dele na nossa vida. havia duas ou mais semanas que esperávamos por ele. travávamos todos os dias uma batalha em busca de um nome ideal, mas naquela noite não houve muitas dúvidas: seria Hórus ou Hades.
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