
Os poetas nascem livres, não possuem amarras que lhes
prendam a esse mundo cinza e sem vida
Poetas amam de corpo e alma. Nada pela metade lhes satisfaz.
O mundo inteiro é sua conquista
Eles deitam em camas de papel com travesseiros de palavras
compostas por sentimentos diversos.
Os olhos do poeta vêem além do que homens comuns enxergam
com seus pequenos e limitados olhares
Vêem a alma humana, vêem o cerne de seu próprio ser e não
ignoram
Poetas amam, odeiam, desprezam, sorriem, em questão de
segundos. Em pontos e vírgulas misturados com interrogações e reticências
Poetas livres não olham pra trás com suposta arrogância ou
orgulhos. Eles sentem falta
Mas transformam sua dor em lágrimas e sorrisos alheios
Ninguém sabe como sofre a alma poetiza para arrancar um
esboço de sorriso de um rosto anônimo.
Olhares estranhos vasculham e folheiam as almas poetas sem
nem ao menos imaginar o extenso mundo pelo qual aquelas palavras vagaram até se
convergirem em seu divertimento
Poetas, estranhos da humanidade. Bizarros aos normais. Mas apaixonados...
ah como são apaixonados!
By - Kamila Mendes
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